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sexta-feira, 13 de julho de 2012

ADOLESCENTE PAQUISTANESA TEM ROSTO DESFIGURADO POR CASUA DE SUA FÉ


Quando Julie Aftab tinha 16 anos, um homem entrou no escritório onde ela trabalhava noPaquistão, e perguntou se ela era cristã. Quandorespondeu afirmativamente, o homem jogou ácido de bateria no rosto dela e, em seguida, agarrou-a pelos cabelos e forçou-a beber parte do líquido. Com isso, ela queimou o esôfago, de acordo com o jornal Houston Chronicle.
No final, Aftab apresentava queimaduras deterceiro grau no peito, nos braços e na maior parte do lado direito do rosto. Sua família a levou para um hospital, que não quis atendê-la. Depois foram para outro onde a situação se repetiu. A mãe pediu tanto a um médico no terceiro hospital para tratar de sua filha que ele acabou concordando.
jovem não podia falar nem mover os braços. Os médicos disseram que 67% de seu esôfago foi queimado. Ela perdera o olho direito. Os dentes remanescentes podiam ser vistos através dos buracos em seu rosto. Os médicos disseram que ela iria morrer naqueles dias.
Aftab lembra que sentia muita raiva no início, e disse: “Deus, por que você fez isso comigo? Por que me fez passar por isso?
Lentamente, ela começou a cicatrizar. Três meses e 17 dias depois de ser queimada, ela voltou a falar e recuperou a vista de seu olho esquerdo. Ela passou quase um ano no hospital, se recuperando.
O rosto mutilado da adolescente foi estampado em noticiários, associado ao crime de insultar o islã. Sua família foi perseguida, e sua casa foi incendiada.
Eles queriam me enforcar”, disse ela. “Eles pensaram que seria um insulto ao Islã se eu vivesse.
Aftab e seus pais procuraram a um pastor noPaquistão, que prometeu lhes ajudar. Ele contatou o Hospital Shriner para Crianças, que ofereceu o tratamento para ela em Houston.
pastor deu um conselho valioso antes que ela deixasse o Paquistão, em 2004: “Sua ferida vai curar sem qualquer medicação. Você pode curar de dentro para fora. Se você os perdoar”, disse ele.
Agora, 10 anos e 31 cirurgias depois, Aftabencontrou uma nova vida no Texas, onde está se especializando em contabilidade na Universidade de Houston-Clear Lake e se preparando para receber a cidadania americana este mês.
Ajudada pelos “pais americanos” Lee e Gloria Ervin, aos 26 anos, Afta diz que o ataque apenas aumentou a sua fé.
“Aquelas pessoas… elas acham que fizeram uma coisa ruim para mim, mas me levaram mais para perto de Deus”, explica. “Eles me ajudaram a realizar meus sonhos. Eu nunca imaginei que poderia ser a pessoa que sou hoje.”
Lee e Gloria são evangélicos ativos em sua igreja e ofereceram sua casa prontamente quando souberam que a jovem paquistanesa cristã que viria se submeter a tratamento médico em Houston.
No início, eles se ofereceram para ficar com Aftab seis meses. Lembram que, quando ela chegou, mostrou ser extremamente tímida, olhando para o chão o tempo todo e só andava vestida de preto, da cabeça aos pés.
Como ela não falava inglês, eles a ensinaram a língua usando livros infantis que pagaram na biblioteca da igreja.
O casal diz que sentavam-se com Aftab para consolá-la quando ela acordava assustado no meio da noite, gritando e chorando. Aftab foi visitando uma lista de médicos, que ajudaram na reconstrução de seu rosto, pescoço e orelhas. Cada um deles o fez de graça, desejando ajudá-la.
“Talvez os médicos não sabem o que fizeram. Talvez eles pensem que apenas fizeram o seu trabalho”, disse ela. “Mas para mim, eles me deram uma vida.”
O tempo passou até que, em 2007, Aftab solicitou e recebeu asilo com a ajuda de instituições de caridade. Depois desse ataque, Aftab pôde fazer coisas que nenhum membro de sua família havia feito, incluindo formar-se no ensino médio e ir para a faculdade.
“Eu sou a primeira pessoa de toda a minha família que se formou no ensino médio… e a primeira pessoa da família que entrou para a faculdade. Eu mudei a história da minha família”, comemora.
Ela parou de usar roupas pretas e agora chama suas cicatrizes de “minhas jóias, meu presente de Deus.”
“Você não precisa mais ver as cicatrizes”, disse Lee, 71. “Você tem tanta beleza.”
“Estamos muito orgulhosos dela”, disse Gloria, 72.
A jovem trabalha durante o dia e estuda à noite. Ela planeja se formar em teologia e ser uma missionária. Seu sonho é juntar dinheiro o suficiente para ter uma casa segura para as meninas perseguidas no Paquistão.
“Há uma razão pela qual Deus me deu a vida”, disse ela. “Eu não quero perder nenhum segundo dela.”
A perseguição aos cristãos no Paquistão é um problema constante. No ano passado, as escolas cristãs no Paquistão ficaram fechadas três dias como protesto pelo assassinato do ministro do país que cuida das minorias religiosas.
Os líderes cristãos paquistaneses dizem que se a perseguição das pessoas que “exercem a sua liberdade de consciência e de expressão” continuar sendo permitida, dentro de pouco tempo as coisas irão ficar fora de controle, de acordo com a Associated Press.
Traduzido de Huffington Post
Fonte das fotos: CHRON.COM
FONTE: GOSPEL PRIME

sexta-feira, 25 de março de 2011

CRISTÃ É SEQUESTRADA E FORÇADA A CONVERTER-SE AO ISLAMISMO

PAQUISTÃO (11º) – Em países islâmicos, a conversão ao cristianismo pode trazer graves eqüestradore aos cristãos, principalmente às mulheres. Em 11 de março a agência Compass Direct News confirmou o caso de uma cristã paquistanesa: a mãe de sete filhos foi eqüestrado, estuprada e vendida em casamento em Lahore.
       Shaheen Bibi, de 40 anos, foi eqüestrado por extremistas que tentaram lhe obrigar a converter-se ao Islã. Depois que ter recusado, ela foi drogada e afirma que quando acordou em Sadiqabad, os eqüestradores informaram que ela havia sido vendida e dada em casamento.

       A cristã ainda recebeu ameaças de morte e de ter o seu corpo jogado no rio Sindh, caso seu pai, Manna Masih, não pagasse o resgate de 100.000 rúpias (1.170 dólares).
       Shaheen ainda relata que “eles disseram que eram muçulmanos, mas eu lhes disse que era uma mulher cristã, casada e com sete filhos, e por isso era impossível me casar com alguém, especialmente com um muçulmano.”

       Por conta disso, Shaheen foi ordenada a se converter ao Islã, deram-lhe um tapete de oração e a obrigaram a orar sobre ele. “Ajoelhei, mas orei para Jesus me ajudar”, relata a mulher.
Cativeiro & Libertação
       Após mobilização da família, a polícia intensificou o cerco contra os eqüestradores que tentavam fugir com ela para a possível venda. Perseguidos pelas forças de segurança, os raptores acabaram liberando a cristã.

       Shaheen Bibi disse que havia cerca de 10 outras mulheres em cativeiro com ela, algumas tiveram mãos e pernas quebradas por terem recusado serem entregues a casamentos.